?

Log in

falatório [entries|archive|friends|userinfo]
arretelamenina

[ website | My Website ]
[ userinfo | livejournal userinfo ]
[ archive | journal archive ]

Links
[Links:| Nossas correspondências Mari exalta Raquel diz Leticia donzela ri Leo cria Aryana fala Mariana felicita Rajao espalha Pedro cozinha Julia monta Andrea constrói Rená segue Rômulo exala Letts paga o selo Clara respira Arretê là, menina ]

(no subject) [Apr. 24th, 2011|04:10 pm]
arretelamenina
em tempos de constataçao de sociedade falida, antigas bases de afeto se entrecruzam enquanto sussurros de memorias passeiam pela estrutura de um legado familiar que criou corpo de caixa, tempo suspenso e um grande alargamento. a oferta do céu mais bonito que poderiam me contar. Me imaginei deitada na grama extensa onde luzes silenciariam e eu conversaria com as estrelas fingindo que nada mudará.
Link2 comments|Leave a comment

(no subject) [Mar. 30th, 2011|06:01 pm]
arretelamenina
nesses dias em que ha espaço na cama que me duplica, senti vontade de quando você me completava de madrugada, e eu podia abrir os olhos tarde do dia sabendo que la fora era frio, e so te chamar com os dedos: desce aqui e assim vai existir mais corpo que espaço.
Link5 comments|Leave a comment

(no subject) [Mar. 4th, 2011|02:44 am]
arretelamenina
quando quero fingir que ha tempo, gasto-o observando o entrelaçamento dos meus dedos e a repeticao de movimentos de dialogo, em parte, limitados, notando que essa pode ser a açao mais bela que me aconteceu no dia.
Link2 comments|Leave a comment

(no subject) [Mar. 3rd, 2011|12:30 am]
arretelamenina
Ele dizia que sentia vontade de comprar todos os livros, na finalização da frase, silencio, virei a cabeça, no fundo uma mulher de voz incômoda com coisas indizíveis se aquilo fosse roteiro. Me movi lateralmente argumentando sobre seu ritmo, não o convenci, comprei eu, um livro vermelho.
LinkLeave a comment

(no subject) [Jan. 31st, 2011|09:40 pm]
arretelamenina
No arquivo

Eu não sei o dentro de ninguém. E quem me conta mede os copos
como quem mede as vezes que cantou no karaokê.
Pra quem não mede, a vida é rara. Por isso me finco nessas ruas,
tramando como ser pessoa, vendo que ninguém permanece se os que são
outros nao quiserem.
Fora de mim, também existe minha historia. O problema nao é ver, é acreditar.
LinkLeave a comment

(no subject) [Jan. 7th, 2011|12:14 am]
arretelamenina
nos deslocavamos de costas. na primeira viagem do ano, me despedi.
Link1 comment|Leave a comment

(no subject) [Dec. 10th, 2010|12:58 pm]
arretelamenina
Após vê-lo de costas, identifiquei em sua maneira de cumprimentar, alguma parte de mim.
Nao sei se o conheci, acho que o reconheci.
LinkLeave a comment

(no subject) [Dec. 2nd, 2010|02:35 am]
arretelamenina
uma experiencia minimalista

eu agradeço muito quando as janelas sao grandes espaçadas e permitem que toda a imagem externa seja contemplada.
também agradeço as mesas que se cumprem, estaveis,
as colunas sustentaveis e todo essa conjunçao vertical horizontal que me foi entregue no inicio de dezembro: sem saturaçao.
ainda que acredite nos diálogos dos corpos, estes espaços estao para mim como bens silenciosos.
LinkLeave a comment

(no subject) [Nov. 24th, 2010|12:14 am]
arretelamenina
Entramos na igreja de altar abstrato onde a imagem era só contorno de matéria bronze e imatéria de vazio. Atras estavam os que oram, o padre negro belo no manto vermelho que repetia o acento, o católico indiano sabendo de cor, meia, uma dúzia que compunha o canto onde as horas serenas se rompiam num inicio de intensidade iludida. O espaço opaco levantado em forma redonda, que fazia meus olhos alçarem junto a pintura, quase esquecendo o que diziam. A hostia e o vinho, os braços abertos para gestos que traduzem qualquer língua temperatura das palavras ela sussurrou: isso é transfiguração.
Link1 comment|Leave a comment

(no subject) [Oct. 20th, 2010|04:08 pm]
arretelamenina
Avant le caveau des oubliettes, le vent a brossé mon cheveux ce soir, où nous sommes allé jusqu’au point extrême la fin la proue du bateau qui s’appele île. Les sons d’organo sont métallisées et laissent des rumeurs, ils tombent un sur l’autre comme des notes empilés. (t'as imaginé?) Nous sentions tout le parcours qu’ils faisaient entre les colonnes gothiques. Nous changions des langues, i’m your fan, click sur la lumière jaune. She doesn’t believe in good-byes.
LinkLeave a comment

navigation
[ viewing | most recent entries ]
[ go | earlier ]